
MAÇONARIA SEM MISTÉRIOS
terça-feira, 8 de novembro de 2011
CURSO "A MAGIA DO PENTAGRAMA"

sexta-feira, 21 de outubro de 2011
"A Kabalah das Bruxas" 29/10/11 - Sábado - 14h às 17h

quinta-feira, 6 de outubro de 2011
WORKSHOP "A Kabalah das Bruxas" 29/10/11 - Sábado - 14h às 17h
sábado, 10 de setembro de 2011
2ª MYSTIC FAIR - PALESTRA "A CABALA DAS BRUXAS" 20 Hs - DIA 09 / 10 / 2011 - SÃO PAULO


sábado, 23 de julho de 2011
CARGOS EM LOJA MAÇÔNICA
VENERÁVEL MESTRE
O título vem das guildas inglesas, do século XVII, quando começaram a denominar-se “WORSHIPFUL”, isto é, Venerável,
É a primeira ponta do triângulo com o vértice para cima.
Sua coluna é a Jônica, representa a sabedoria.
Como Presidente, ocupa o trono de Salomão, não um soberano, pessoa física, mas, Salomoh, (homem Perfeito)
A Jóia do venerável, é o esquadro, símbolo da retidão.
PRIMEIRO VIGILANTE
Primeiro vice-presidente da loja, representa Hiram rei de Tiro, não a pessoa física.
Governa durante as horas de trabalho de uma loja maçônica.
A sua coluna é a Dórica, que representa a força, quando está trabalhando ela esta levantada, quando esta em descanso a coluna esta abaixada.
É a segunda ponta do triângulo com o vértice para cima.
A Jóia do primeiro vigilante, é o nível, símbolo da igualdade.
SEGUNDO VIGILANTE
Segundo vice-presidente da loja, representa Hiram Abif, não a pessoa física.
Governa quando os trabalhos estão suspensos ou em recreação.
Sua coluna é a Coríntia, representa a beleza, quando os trabalhos estão suspensos ou em recreação, ela está levantada, quando em trabalho, ela esta abaixada.
É a terceira e última ponta do triângulo com o vértice para cima.
A Jóia do segundo vigilante, é o prumo, símbolo da retidão.
ORADOR
Ou Guarda da Lei, só pode apresentar as suas conclusões, baseadas nas proposições dos outros irmãos, não pode emitir opinião própria, participando de debates.
É a primeira ponta do triângulo com o vértice para baixo.
A Jóia do orador, é o livro aberto sobre fundo radiante, sendo o livro para a consulta dos irmãos e, a irradiação, a luz dos sábios ensinamentos.
SECRETÁRIO
Responsável pelos escritos da Loja, devendo lançar nos livros a verdade.
É a segunda ponta do triângulo com o vértice para baixo.
A Jóia do secretário, são duas penas cruzadas, representando a escrita fiel.
GUARDA DO TEMPLO
Ou cobridor, na maçonaria operativa, quando um edifício em construção chegava ao seu final, cobria-se por telhas, por analogia, quando se fecha a porta do templo, ele está coberto.
É a terceira e última ponta do triângulo com o vértice para baixo. O venerável e os vigilantes formam o primeiro triângulo com o vértice para cima, o orador secretário e guarda do templo, formam o segundo triângulo com o vértice para baixo, quando sobre postos, forma o Hexágono, estrela de seis pontas ou Selo de Salomão.
O guarda do templo, é o zelador de nossos pensamentos,
A Jóia do guarda do templo, são duas espadas cruzadas.
MESTRE DE CERIMÔNIAS
Representa o ponto dentro do Selo de Salomão.
É o encarregado da ritualística e do protocolo, conduzindo o bastão patriarcal.
A Jóia do mestre de cerimônias, é a régua, símbolo da ordem.
COMENTÁRIOS
As cinco dignidades da Loja, formam o pentágono, estrela de cinco pontas, representando o homem.
A parte de cima , a cabeça é o venerável, as partes debaixo, os pés, representados pelos vigilantes, e as pontas intermediárias, os braços, representados pelo orador e secretário.
EXPERTOS
Substitutos dos vigilantes, do Latim: expertus = sabedor , perito.
Condutores e guias nas iniciações, sua missão é encorajar o iniciando a vencer os obstáculos.
A Jóia do experto, é o punhal, para defesa.
PRIMEIRO DIÁCONO
Do Grego: Diakonos = servidor.
É o mensageiro do venerável mestre.
A Jóia do primeiro diácono, é uma pomba dentro de um triângulo. A pomba a mensageira da paz, a representação da divindade.
SEGUNDO DIÁCONO
Mensageiro do primeiro vigilante, responsável pela ordem no ocidente.
A Jóia do segundo diácono, é a pomba livre.
TESOUREIRO
Guarda e administra os valores da loja.
Zela para que a loja não se torne pobre, e perca seus valores esotéricos.
A Jóia do tesoureiro, é a chave, que dá acesso aos tesouros.
CHANCELER
Guarda o selo, para poder imprimi-lo nos documentos da Loja.
Responsável pelo cadastro dos obreiros.
A Jóia do chanceler, é a chancela.
HOSPITALEIRO
Irmão caridoso. Do Latim: Hospitalarius = que dá hospedagem por caridade.
Encarregado da assistência aos irmãos e necessitados.
A Jóia do hospitaleiro, é a bolsa, símbolo da solidariedade humana.
ARQUITETO
Responsável pela conservação dos utensílios e ornamentação da Loja.
A Jóia do arquiteto, é o maço e o cinzel, símbolos da força dirigida, para desbastar as imperfeições.
MESTRE DE BANQUETES
Encarregado da organização dos ágapes fraternais.
A Jóia do mestre de banquetes, é a cornucópia, símbolo da fartura.
De acordo com a “fábula”, supõe-se que o corno tenha sido arrancado da cabeça de “Aquelus”, quando, foi transformado em touro, tendo sido vencido por Hércules.
PORTA ESTANDARTE
Responsável pela condução do estandarte da Loja em todas as cerimônias.
A Jóia do porta estandarte, é um estandarte, que representa a bandeira da loja.
PORTA ESPADAS
Responsável, pela guarda e manutenção das espadas da Loja.
A Jóia do porta espadas, é uma espada, símbolo da força.
BIBLIOTECÁRIO
Responsável pela parte cultural da Loja e, pelos livros de registros.
Simboliza a luz interior.
A Jóia do bibliotecário, é um livro com a pena.
MESTRE DE HARMONIA
Encarregado da harmonia musical e, dos efeitos sonoros durante as iniciações. Procurando sempre aumentar as vibrações magnéticas através da música.
A Jóia do mestre de harmonia, é uma lira, símbolo universal da música.
COBRIDOR EXTERNO
Possui as mesmas funções do guarda do templo, é o guarda contra os maus pensamentos que podem querer invadir a Loja.
A Jóia do cobridor externo, é um alfange, para proteção contra aproximação dos indiscretos e curiosos.
PEDRO NEVES .’. M .’. I .’. GR .’. 33
PÉRICLES NEVES .’. M .’. I .’. GR .’. 33
sexta-feira, 10 de junho de 2011
A ESTRELA DE CINCO PONTAS
Como Símbolo Maçônico, A Estrela Flamejante de origem Pitagórica, pelo menos quanto ao seu formato e significado, este muito mais antigo do que aqueles que lhe deram alquimia, a magia e o ocultismo, durante a idade média. O seu sentido mágico alquímico e cabalístico e o seu aspecto flamejante foram imaginados ou copiados por Cornélio Agrippa de Nettesheim (1486-1533), jurista, médico e teólogo, professor em diversas cidades européias. A magia, dizia ele, permite a comunicação com o superior para dominar o plano inferior. Para conquistá-la seria necessário morrer para o mundo (iniciação). Símbolo e distintivo dos Pitagóricos, A Estrela de Cinco Pontas ou Estrela Hominal é também denominada com impropriedade etimológica, Pentáculo (cinco cavidades), Pentagrama (cinco letras ou sinais gráficos, cinco princípios) ou Pentalfa. Importa saber que os pitagóricos a usam para representar a sabedoria (sophia) e o conhecimento (gnose) e provavelmente empregavam no interior do pentáculo a letra gama, de gnosis.
A Estrela Flamejante era símbolo desconhecido pelos pedreiros livres medievais. Seu aparecimento na Maçonaria, a partir de 1737, não encontrou guarida em todos os Ritos, pois o certo é que os construtores medievais conheciam a figura estelar apenas como desenho geométrico e não com interpretações ocultas que se introduziram na Maçonaria especulativa. A Estrela Flamejante corresponde ao Pentagramaton ou Tríplice Triângulo cruzado dos pitagóricos. Distingue-se do Delta ou Triângulo do Oriente, embora, entre os antigos egípcios representasse também Horus que em lugar do pai, Osíris passou a governar as estações do ano e o movimento.
O verdadeiro sentido da Estrela Flamejante é Homonial, eis que o símbolo designa o homem espiritual, o indivíduo dotado de alma, ou de fator de movimento e trabalho. Ou seja, o indivíduo como espírito ou fagulha interna que lhe concedeu o G.·.A.·.D.·.U.·. .
As cinco pontas da Estrela ainda lembram os cinco sentidos que estabelecem a comunicação da alma com o mundo material. Tato, audição, visão, olfato e paladar, dos quais para os Maçons três servem a comunicação fraternal, pois é pelo tato que se conhecem os toques, pela audição se percebem as palavras , e pela visão se notam os sinais.
POSIÇÃO DA ESTRELA FLAMEJANTE NO TEMPLO
Os Rituais do mundo e os diversos Ritos Maçônicos não se entendem também quanto à colocação da Estrela Flamejante no alto do recinto do Templo. Uns a colocam no oriente a frente do trono, outros a configuram no interior do D.·., o que parece mais sugestivo, principalmente quando o Obreiro na elevação de Grau é chamado a contemplar o Triângulo Radiante.
SIGNIFICADOS MAÇÔNICOS DA LETRA G NO INTERIOR DO PENTAGRAMA
Ficou demonstrado que a melhor significação do G central do pentagrama é gnose=conhecimento.
Para os gregos, a palavra tinha o sentido de poder formador da natureza. Seria a essência vital que exprime as propriedades e as características das coisas. Por comparação, corresponderia ao sopro divino que deu vida a Adão na Bíblia. Ensinam certas instruções maçônicas o motivo simbólico das chamas que envolvem a Estrela Pentacular, relembrando Arqueu, o Fogo Realizador, ou ensinando que a letra G significa o gênio ou a BUSCA SAGRADA que anima o C.·. M.·. . à realização.
Tem-se afirmado que a Estrela Flamejante traduz a luz interna do C.·. M:. ou que representa o próprio homem Maçom dotado da luz divina que lhe foi transmitida. A estrela de cinco pontas é então a força que impulsiona o companheiro em direção das suas metas e da sentido as suas realizações, o numero cinco a qual a estrela faz alusão se funde na alma do companheiro que uma vez elevado a um patamar mais alto pode vislumbrar as luzes desta estrela e pode-se então guiar por esta luz para que a sua caminhada que já é longe das trevas do mundo profano possa se refinar e dar sentido a sua obra interior, absorvendo a luz desta estrela que representa o corpo humano e utilizando a quintessencia o companheiro desperta para as luzes do saber e da compreensão da humanidade e do sentido oculto do saber e do realizar.
Que o GADU ilumine as nossas mentes para que possamos sempre caminhar longe das trevas e em direção a sua Luz. .
Flávio Dellazzana, C.'. M.'.
A.'.R.'.L.'.S.'. PEDRA CINTILANTE, 60
G.'.O.'.S.'.C.'./C.'.O.'.M.'.A.'.B.'.
quarta-feira, 27 de abril de 2011
O Cajado de Moisés
Muitos que tenho encontrado por esta jornada da vida, dizem que não têm condições financeiras, sociais ou intelectuais para alcançar os seus objetivos. Costumo contar-lhes a história de Moisés, o homem que mudou o destino da humanidade, usando o seu cajado e a sua fé em Deus.
Moisés tinha 80 anos, era Pastor de ovelhas, e estava refugiado no deserto, porque matara um egípcio; quando Deus apareceu numa planta ardente e o convida para libertar os hebreus do julgo do Faraó.
Ele colocou muitos obstáculos para Deus agir em sua vida. Diante de tanta teimosia, Deus pergunta o que ele tinha em mãos, responde que é uma vara. Deus ordena que a jogue no chão, imediatamente ela se transforma em uma cobra.
Deus, mais uma vez, ordena que a pegue pelo rabo; como pegar uma cobra pelo rabo, se nem os especialistas do Butantã fazem tamanha loucura, geralmente pega-se pela cabeça? Num ato de coragem pega a cobra e, imediatamente, volta a ser a sua vara de Pastor de ovelhas.
Daquele dia em diante, Moisés foi outro homem. Com aquela simples vara, derrotou as serpentes dos mágicos do Faraó, abriu o Mar Vermelho, fez brotar água na rocha. O resto da história você já sabe. O que o velho Moisés tem a ver conosco? Tudo. Geralmente, colocamos uma série de desculpas para explicar o nosso comodismo, sempre faltando isto ou aquilo para alcançarmos o sucesso desejado. Normalmente, o culpado é o outro, nunca somos os culpados.
Adoramos de "chorar as mágoas" em vez de contar o sucesso.
Gostamos de estar com fracassados, porque nos sentimos iguais.
Solitários, fazemos parte de uma nação que será "o país do futuro", mas quando?
É hora de ver o que temos em mãos, não importa a idade, a profissão, a raça, o grau de escolaridade ou a situação financeira.
Com a nossa força construiremos um país melhor e mais justo. Sacudamos a poeira da fracassomania, das lamentações e encaremos o presente com determinação dos vencedores.
Vivemos na terceira maior cidade do mundo, somos o país mais rico e poderoso da América Latina, já é o momento de fazermos a diferença em nossa geração. Além de sermos tudo isso, estamos passando por um processo de mudanças sociais, com denúncias de fiscais e vereadores corruptos, a prisão de políticos e policiais envolvidos com o crime organizado, nunca em toda a nossa história tivemos tantas chances de mudanças.
Para fazer a diferença na sociedade não é preciso ter diploma, dinheiro, posição social, ser artista ou político; basta apenas desafiar o comodismo que encontraremos em outras pessoas que também farão o mesmo. O difícil é começar. A exemplo de Moisés, o que temos em nossas mãos?
Autor desconhecido
Extraído do Boletim Noticioso 2000 -
nº 70 - 71.
do Grande Oriente do Rio Grande do Sul.